segunda-feira, 8 de outubro de 2012

London - III

Poucas mansões causaram em mim tanto fascínio como esta. Para além dos papéis geniais de Colin Firth e Geoffrey Rush, é um dos pontos fortes do filme. 33 Portland Place, em Marylebone, é a morada. Em tempos foi usada para festas porno, o que levantou polémica entre os aficionados da realeza. Como pode um filme sobre um rei ter sido filmado numa casa com um passado indecoroso! Indeed.

London - II


domingo, 7 de outubro de 2012

London - I


















Perdi a conta das vezes que fui a Londres. A primeira viagem foi nos tempos da primária, em tenra idade e desde então, e por várias razões, nunca deixei de lá ir: nas escapadelas de fim-de-semana, numa visita de estudo ou no primeiro inter-rail. Embora a cidade me pareca fria e desumana na sua grandeza (e, ao contrário de Paris, não me imagino a viver nela), mas consegue surpreender-me e fascinar-me cada vez que por lá passo. É uma cidade que fervilha e que, de facto, cria em mim a impressão de estar no sítio onde as coisas relevantes acontecem. As imagens que postarei nos próximos dias retratam os recantos mais escondidos das multidões e dos flashes dos turistas japoneses. são lugares que marcaram filmes que, por sua vez, me marcaram, ou que foram determinantes na história da cidade. São também lugares que estarão ao nosso alcance dentro de... 13 dias!

Match Point, na imagem (Blackfriars bridge)

sábado, 6 de outubro de 2012

Votos de charme desmedido


Sim, tenho recebido com um misto de inveja e espanto as fotografias que me vão chegando da China, pela mão dos meus camaradas que por lá se divertem, na visita de estudo. Esta foto (© David Felício) faz-me ansiar perdidamente pelo teu bifanas de Nottingham. Qual será melhor?

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Big Hard Sun


When I walk beside herI am the better manWhen I look to leave herI always stagger back again
Once I built an ivory towerSo I could worship from aboveWhen I climb down to be set freeShe took me in again
There’s a bigA big hard sunBeating on the big peopleIn a big hard world
When she comes to greet meShe is mercy at my feetAnd I, I see her inner charmShe just throws it back at me
Once I dug an early graveTo find a better landShe just smiled and laughed at meAnd took her rules back again
There’s a bigA big hard sunBeating on the big peopleIn a big hard world
Oh, there’s a bigA big hard sunBeating on the big peopleIn a big hard world
When I go to cross that riverShe is comfort by my sideWhen I try to understandShe just opens up her hands
There’s a bigA big hard sunBeating on the big peopleIn a big hard world
Once I stood to lose herWhen I saw what I had doneBowed down and threw away the hoursOf her garden and her sun
So I tried to warn herI turned to see her weepForty days and forty nightsAnd it's still coming down on me

There’s a bigA big hard sunBeating on the big peopleIn a big hard world




quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Sunny spells


     Saciados de Copenhaga, chegámos a Lund. O dia foi particularmente interessante porque, para além de vermos um dos mais colossais ateliês de arquitectura da escandinávia, vimos um edifício que, na nossa maravilhosa visita à cidade, tínhamos perdido. Refiro-me a Mountain Dwellings: um conjunto de vivendas, que formam um monte com estacionamento partilhado em baixo. Com a Irini e a Callisté, travámos conhecimento de um morador, que nos mostrou parte do interior (sim, fomos os privilegiados). Lá dentro, caiu-nos o queixo: para se ir do estacionamento às casas, não se ia de elevador mas sim de funicular.

     Ainda passámos pela faculdade, para ir buscar umas coisas (e consultar a doce net). Subitamente, um de nós fechou o interruptor da sala. Escuridão quase total, se as janelas não nos iluminassem com um céu resplandecente, cor de fogo. Era um por do sol, em que o sol, ao fim de algumas semanas, se exibia. Durante segundos, cessaram as conversas, e estávamos lado a lado, fitando o raro fenómeno com um deslumbramento genuinamente partilhado. Parecia que o sol nos unia, como se fosse uma fogueira. Sim, nesse momento houve magia. A magia que acontece nos momentos etereamente preciosos. Se estivessemos rodeados de sol, este momento não teria existido.